sábado, 23 de julho de 2011
Morre aos 27 anos Amy Winehouse
A cantora Amy Winehouse, que já teve (ou ainda tinha) problemas devido ao consumo de drogas e álcool, foi encontrada morta em Londres.
Fonte: Yahoo!
O pior salário de professor do Brasil!!!
Enviado em 22 de julho de 2011, às 16h35min
RN paga o pior salário a professor no Brasil
Pagando 1.157,33 reais a um docente iniciante, com licenciatura plena e jornada de quarenta horas-aula semanais, incluindo gratificações, o governo do Rio Grande do Norte é o que paga a mais baixa remuneração a seus professores do ensino fundamental, em todo o país, conforme levantamento divulgado esta semana pelo Sindicato dos Professores do Estado do Ceará.
No Rio Grande do Norte, segundo a pesquisa, o salário-base do professor, sem incorporação de quaisquer vantagens, é de 868 reais. Em termos de remuneração específica da hora-aula, o Estado figura em último lugar com a remuneração de 5,79 reais.
"É preciso que o governo reveja a política salarial no Estado. Foi necessário uma longa greve para que o Estado cumprisse o que determina a lei nacional do piso-salarial", conta Rômulo Arnauld. A pesquisa do Sindicato dos Professores do Estado do Ceará analisou ainda o valor da hora-aula pago no RN, colocando o RN em último lugar no ranking, com uma hora-aula valendo R$ 5,79.
Também no tocante ao salário mínimo da categoria, o ganho do professor potiguar é lanterninha: enquanto o melhor salário pago ao professor no Brasil representa 7,42 salários mínimos, nesta unidade federativa, ele vale apenas 2,12 salários mínimos.
Estes números estão sendo analisados em Natal por dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), que desejam esgrimi-los para pedir à governadora Rosalba Ciarlini um plano objetivo retirar o Rio Grande do Norte do fim da fila.
Fonte: NOMINUTO
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Caloi luta pelo mercado...
Para competir com importados, Caloi aposta em bicicleta 'com status'
'Bicicleta no Brasil sempre foi um negócio de pobre', diz executivo.
Perfil de usuário muda e empresa investe em modelos mais sofisticados.
Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo
A expansão das ciclovias e ciclofaixas, e o aumento do uso da bicicleta para lazer e como meio de transporte não por falta de opção, mas por escolha, já tem produzido resultados no faturamento da Caloi: a maior fabricante de bicicletas do país registrou no 1º semestre um crescimento de 40% nas vendas.
A companhia, que passou a investir em modelos mais confortáveis e sofisticados, prevê comercializar no ano 1 milhão de unidades, o que representará um faturamento em torno de R$ 300 milhões e crescimento anual de 25% no número de bicicletas vendidas.
Eduardo Musa, presidente da Caloi, que prevê vender 1 milhão de unidades em 2011 (Foto: Darlan Alvarenga/G1)“Estamos confirmando um crescimento no faturamento de 40% no 1º semestre. Devemos fechar o ano em 30% porque não temos capacidade para atender toda a demanda e porque crescer sobre a base do segundo semestre, que é maior, é muito mais difícil”, afirma o presidente da Caloi, Eduardo Musa.
A Caloi fechou o ano de 2010 com 800 mil biciletas vendidas e faturamento de 212 milhões, com alta de 15% em relação a 2009. “Somos a maior fabricante de bicicletas fora do leste asiático. Não há ninguém que produza conjuntamente 1 milhão de unidades fora da Ásia e que esteja crescendo numa taxa de 30%”, afima Musa.
Ele lembra, porém, que a companhia passou 5 anos no vermelho e só voltou para o azul em 2009. “Na verdade, o mercado alvo da Caloi é que está crescendo. Quando o mercado virou para o médio e alto valor agregado, éramos a única empresa no Brasil preparada para atender essa nova demanda, que está sendo atendida também pelo aumento das importações”, acrescenta.
Segundo o executivo, o que está ocorrendo tanto no Brasil como na China e na índia é uma mudança no perfil de quem anda de bicicleta e nos produtos que estão sendo vendidos. Ele destaca que, se por um lado aumenta a presença de ciclistas nas metrópoles, por outro cai nas pequenas cidades e nas áreas rurais o uso da bicicleta como meio de transporte.
“A balança está zero a zero. O mercado não cresce em termos de unidades”, diz Musa. “A Caloi já chegou a produzir mais de 2 milhões de bicicletas no final dos anos 80 e começo dos 90”, afirma.
Dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) mostram que o mercado brasileiro, apesar de ser o 5º maior do mundo, está estagnado há mais de uma década. A associação prevê uma produção nacional de 5 milhões de unidades em 2011 - queda de cerca de 5% em relação ao ano passado. Já para as importações, a estimativa é de um crescimento de quase 100%, com um total de 480 mil unidades, contra 255 mil em 2010.
Bicicleta vira sinônimo de 'status'
“O negócio de bicicleta no Brasil sempre foi um negócio de pobre”, afirma Musa, destacando que o maior volume de biciletas ainda está nas pequenas cidades. “Quando a pessoa sai da zona rural e vai para a cidade, ela não leva a bicicleta. Passa a usar transporte coletivo e quando ganha um dinheirinho compra moto, carro. Bicicleta [para essa pessoa] é sinônimo de pobreza”, acrescenta o executido, lembrando que nos últimos anos entraram mais carros nas cidades do que bicicletas.
A consciência ecológica e as iniciativas de estímulo ao uso da bicicleta, entretanto, têm compensado o movimento de abandono do uso da bicicleta pelas classes mais baixas e aquecido o mercado de produtos mais sofisticados. Segundo o executivo, esse 'fenômeno' é mundial e tem feito com que a bicicleta comece a ser associada também à condição de ‘status social’.
“Quem está andando de bicicleta na ciclofaixa, indo trabalhar, não é pobre, muito pelo contrário”, diz Musa. “Antes, ter carro era sinônimo de ser rico e de país desenvolvido. Isso está mudando. Hoje, país moderno, de vanguarda, é país que anda de bicicleta”.
Para ele, o fenômeno da ciclofaixa em São Paulo ainda é muito mais de lazer do que de transporte. “Imagine a ciclofaixa funcionando de segunda a sexta. Aí sim vamos ter um boom no crescimento das vendas de bicicleta”, avalia.
Foco em modelos mais confortáveis
Lançado em 2009, o segmento mobilidade já responde por 16 dos 46 modelos de bicicletas para adultos do portifólio da Caloi e tem tudo para desbancar o reinado das mountain bikes.
Com diferenciais como guidão mais alto, banco mais largo e macio, pneu liso e melhor ergonomia, o conceito busca oferecer modelos mais confortáveis e mais adaptáveis ao cenário urbano. A idéia é cada vez mais transformar as bicicletas em “desejos de consumo”. Para as festas de fim de ano, por exemplo, a Caloi prepara o lançamento de uma linha retrô.
“O foco do desenvolvimento de produtos da empresa está hoje neste modelo. O portifólio de mobilidade vem dobrando a cada ano e o das outras estão estáveis ou até caindo”, diz Musa.
A empresa não revela o número das vendas deste segmento por “razões estratégicas”. E empresa também desconversa sobre um possível oferta pública inicial (IPO) de ações. “Não comento sobre esses assuntos”, diz Musa.
A Caloi possui duas fábricas no país. A produção de produtos infantis é concentrada em Atibaia e todo o restante é feito na fábrica de Manaus. Nas fábricas da empresa são produzidos peças como rodas, canote e guidão, e trabalhos de solda de quadros. “A gente faz o chassi. Tudo que é componente é importado”, explica Musa. Os itens importados representam entre 30% e 90% do custo da bicicleta, dependendo do modelo.
A Caloi estima ter hoje 50% do market share de bicicletas posicionadas acima de R$ 300. A marca costuma ser a opção premium nos grandes magazines e praticamente a única alternativa brasileira às importadas nas lojas especializadas.
Outro fator que tem beneficiado a empresa é a mudança no preço do produto inicial. Nos últimos anos, como a elevação dos custos das peças e componentes importados, o preço mínimo mais do que dobrou nas pequenas montadoras, enquanto a Caloi, que sempre teve um preço maior, manteve seus produtos quase que no mesmo patamar. Fora isso, concorrentes como Monark e Sundown desativaram suas unidades em Manaus e praticamente desapareceram do mercado.
'Exportação zero' em 2011
Apesar dos bons resultados, a participação da Caloi no mercado internacional ainda é quase insignificante. Em 2010, a empresa exportou cerca de 10 mil unidades. Neste ano, a empresa diz ainda não ter fechado nenhuma venda para fora.
Linha de produção, em Manaus (Foto: Divulgação)“Eu não exportei nenhuma bicicleta até hoje, nada, é zero. Não tenho nenhum pedido ainda”, afirma Musa. “Você tem que competir com a China e é muito difícil com o dólar do jeito que está”, explica.
Já as importações de bicicletas dispararam no Brasil neste ano. Segundo a Abraciclo, de janeiro a abril foram trazidas do exterior 89.176 bicicletas, uma alta de 109% em relação às 42.742 unidades vendidas no mesmo período de 2010. A associação estima o número chegará a quase 500 mil em 2011, o que corresponderá a cerca de 10% das vendas no país.
“Em valor pode ser mais do que 20%. Por isso que eu estou bravo”, afirma Musa, que é vice-presidente da Abraciclo.
O setor encaminhou ao governo uma proposta defendendo a elevação das alíquotas de importação de bicicletas de 20% para 35%. A Caloi também está em campanha para transformar Manaus em um polo mundial de fabricação desse meio de transporte.
A ideia é atrair para a cidade tanto mais montadoras como fabricantes de partes e componentes, hoje importados principalmente da China, e com isso tentar abocanhar parte do mercado ocupado pelos asiáticos, sobretudo no segmento de maior valor agregado. A segunda maior fabricante de bicicletas do país, a piauiense Houston, já anunciou que irá instalar uma unidade em Manaus.
"Para pegarmos um pedaço do mercado internacional, precisamos ter um cluster de produção e aumentar o tamanho de montagem, para ter escala e atrair os fabricantes de componentes", afirma Musa. “Hoje a gente não participa do mercado mundial. A gente exporta zero. Já a China exporta 55 milhões de unidades por ano”, explica Musa.
A companhia, que passou a investir em modelos mais confortáveis e sofisticados, prevê comercializar no ano 1 milhão de unidades, o que representará um faturamento em torno de R$ 300 milhões e crescimento anual de 25% no número de bicicletas vendidas.
A Caloi fechou o ano de 2010 com 800 mil biciletas vendidas e faturamento de 212 milhões, com alta de 15% em relação a 2009. “Somos a maior fabricante de bicicletas fora do leste asiático. Não há ninguém que produza conjuntamente 1 milhão de unidades fora da Ásia e que esteja crescendo numa taxa de 30%”, afima Musa.
“Quando a pessoa sai da zona rural e vai para a cidade, ela não leva a bicicleta. Passa a usar transporte coletivo e quando ganha um dinheirinho compra moto, carro. Bicicleta [para essa pessoa] é sinônimo de pobreza"
Segundo o executivo, o que está ocorrendo tanto no Brasil como na China e na índia é uma mudança no perfil de quem anda de bicicleta e nos produtos que estão sendo vendidos. Ele destaca que, se por um lado aumenta a presença de ciclistas nas metrópoles, por outro cai nas pequenas cidades e nas áreas rurais o uso da bicicleta como meio de transporte.
“A balança está zero a zero. O mercado não cresce em termos de unidades”, diz Musa. “A Caloi já chegou a produzir mais de 2 milhões de bicicletas no final dos anos 80 e começo dos 90”, afirma.
Dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) mostram que o mercado brasileiro, apesar de ser o 5º maior do mundo, está estagnado há mais de uma década. A associação prevê uma produção nacional de 5 milhões de unidades em 2011 - queda de cerca de 5% em relação ao ano passado. Já para as importações, a estimativa é de um crescimento de quase 100%, com um total de 480 mil unidades, contra 255 mil em 2010.
Bicicleta vira sinônimo de 'status'
“O negócio de bicicleta no Brasil sempre foi um negócio de pobre”, afirma Musa, destacando que o maior volume de biciletas ainda está nas pequenas cidades. “Quando a pessoa sai da zona rural e vai para a cidade, ela não leva a bicicleta. Passa a usar transporte coletivo e quando ganha um dinheirinho compra moto, carro. Bicicleta [para essa pessoa] é sinônimo de pobreza”, acrescenta o executido, lembrando que nos últimos anos entraram mais carros nas cidades do que bicicletas.
“Antes, ter carro era sinônimo de ser rico e de país desenvolvido. Isso está mudando. Hoje, país moderno, de vanguarda, é país que anda de bicicleta”
“Quem está andando de bicicleta na ciclofaixa, indo trabalhar, não é pobre, muito pelo contrário”, diz Musa. “Antes, ter carro era sinônimo de ser rico e de país desenvolvido. Isso está mudando. Hoje, país moderno, de vanguarda, é país que anda de bicicleta”.
Para ele, o fenômeno da ciclofaixa em São Paulo ainda é muito mais de lazer do que de transporte. “Imagine a ciclofaixa funcionando de segunda a sexta. Aí sim vamos ter um boom no crescimento das vendas de bicicleta”, avalia.
Foco em modelos mais confortáveis
Lançado em 2009, o segmento mobilidade já responde por 16 dos 46 modelos de bicicletas para adultos do portifólio da Caloi e tem tudo para desbancar o reinado das mountain bikes.
Com diferenciais como guidão mais alto, banco mais largo e macio, pneu liso e melhor ergonomia, o conceito busca oferecer modelos mais confortáveis e mais adaptáveis ao cenário urbano. A idéia é cada vez mais transformar as bicicletas em “desejos de consumo”. Para as festas de fim de ano, por exemplo, a Caloi prepara o lançamento de uma linha retrô.
A empresa não revela o número das vendas deste segmento por “razões estratégicas”. E empresa também desconversa sobre um possível oferta pública inicial (IPO) de ações. “Não comento sobre esses assuntos”, diz Musa.
A Caloi possui duas fábricas no país. A produção de produtos infantis é concentrada em Atibaia e todo o restante é feito na fábrica de Manaus. Nas fábricas da empresa são produzidos peças como rodas, canote e guidão, e trabalhos de solda de quadros. “A gente faz o chassi. Tudo que é componente é importado”, explica Musa. Os itens importados representam entre 30% e 90% do custo da bicicleta, dependendo do modelo.
A Caloi estima ter hoje 50% do market share de bicicletas posicionadas acima de R$ 300. A marca costuma ser a opção premium nos grandes magazines e praticamente a única alternativa brasileira às importadas nas lojas especializadas.
Outro fator que tem beneficiado a empresa é a mudança no preço do produto inicial. Nos últimos anos, como a elevação dos custos das peças e componentes importados, o preço mínimo mais do que dobrou nas pequenas montadoras, enquanto a Caloi, que sempre teve um preço maior, manteve seus produtos quase que no mesmo patamar. Fora isso, concorrentes como Monark e Sundown desativaram suas unidades em Manaus e praticamente desapareceram do mercado.
'Exportação zero' em 2011
Apesar dos bons resultados, a participação da Caloi no mercado internacional ainda é quase insignificante. Em 2010, a empresa exportou cerca de 10 mil unidades. Neste ano, a empresa diz ainda não ter fechado nenhuma venda para fora.
Já as importações de bicicletas dispararam no Brasil neste ano. Segundo a Abraciclo, de janeiro a abril foram trazidas do exterior 89.176 bicicletas, uma alta de 109% em relação às 42.742 unidades vendidas no mesmo período de 2010. A associação estima o número chegará a quase 500 mil em 2011, o que corresponderá a cerca de 10% das vendas no país.
“Em valor pode ser mais do que 20%. Por isso que eu estou bravo”, afirma Musa, que é vice-presidente da Abraciclo.
O setor encaminhou ao governo uma proposta defendendo a elevação das alíquotas de importação de bicicletas de 20% para 35%. A Caloi também está em campanha para transformar Manaus em um polo mundial de fabricação desse meio de transporte.
A ideia é atrair para a cidade tanto mais montadoras como fabricantes de partes e componentes, hoje importados principalmente da China, e com isso tentar abocanhar parte do mercado ocupado pelos asiáticos, sobretudo no segmento de maior valor agregado. A segunda maior fabricante de bicicletas do país, a piauiense Houston, já anunciou que irá instalar uma unidade em Manaus.
"Para pegarmos um pedaço do mercado internacional, precisamos ter um cluster de produção e aumentar o tamanho de montagem, para ter escala e atrair os fabricantes de componentes", afirma Musa. “Hoje a gente não participa do mercado mundial. A gente exporta zero. Já a China exporta 55 milhões de unidades por ano”, explica Musa.
Fonte: G1
Marcha das vadias...
Natal sedia edição da Marcha das Vadias em Ponta Negra
Movimento será na tarde de sábado (23), com concentração às 14h no Ponto Sete e caminhada em direção ao Morro do Careca.
O movimento foi iniciado na cidade canadense de Toronto, em abril passado, com uma marcha que reuniu três mil pessoas. No Brasil, já houve mobilizações em diversas cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília.
A Marcha das Vadias (tradução do termo em inglês SlutWalk) busca reverter a cultura que culpa as vítimas por casos de violência sexual e desencoraja as mulheres a denunciar os crimes.
O protesto inicial ocorreu em abril, quando alunas de uma universidade no Canadá resolveram protestar depois que um policial sugeriu que as estudantes do sexo feminino deveriam evitar se vestir como 'vagabundas' para não ser vítimas de abuso sexual.
A polêmica tomou força através das redes sociais, em sites como Facebook e Twitter, e após a marcha de Toronto houve passeatas pelo Canadá, Estados Unidos, Austrália e diversos outros países. Informações www. marchadasvadiasnatal.blogspot.com.
Fonte: NOMINUTO.COM
quinta-feira, 21 de julho de 2011
A "justiça" e o governo do RN humilham a educação e os professores.
"Os professores foram humilhados", diz Amanda Gurgel
Professora denunciou presença de professores que "não pisavam no sindicato há pelo menos dez anos" durante votação.
Saiba mais
"Essa decisão não reflete o sentimento da categoria. Muitos professores saíram dizendo que não sabiam como iriam olhar para os alunos por conta do constrangimento a que fomos submetidos e pelas ameaças feitas pela governadora e pelo Poder Judiciário", declarou.
A professora denunciou que muitas pessoas presentes à assembleia desta tarde "não pisavam no sindicato há pelo menos dez anos, mas foram mobilizadas pela Secretaria de Educação para aprovar o fim da greve e manter seus cargos comissionados".
"A nossa realidade não muda. Os professores estão arrasados. Fomos tratados com humilhação com essa intervenção do Judiciário. Não temos condições psicológicas de voltar às aulas", desabafou. Amanda disse que, apesar de a secretaria haver divulgado um calendário de reposição das aulas, cada escola tem autonomia para decidir como vai repor os dias parados.
Fonte: Nominuto.com
A greve acabou...
Após setenta e poucos dias, foi a maior greve dos profissionais da educação, a greve dos professores da rede pública estadual do Rio Grande do Norte acabou, sim acabou. Os professores não tiveram suas reivindicações atendidas, sairam com mais revoltados com a proposta ínfima da governadora ( que teve uma arrecadação recorde de impostos), a "justiça" as "promotorias" julgaram a greve ilegal e determinaram a volta dos grevistas a sala de aula.
E as salas de aulas com vazamentos de água? E as que estão dando choque? E as caixas de água que estão com problemas? E os alunos que estão sem aulas desde o ano passado devido a não contratação de professores? Cadê a dita "justiça"? Cadê as "promotorias"? Qual o motivo do governo não ter que pagar multas por isso? E os professores que trabalharam em horas suplementares e não receberam?
A "justiça" é cega...
Enquanto a "justiça" e as "promotorias" forem cegas, e não perceberem que os professores são tão vítimas quantos os alunos, todo ano ocorrerá greve, a insatisfação entre os professores aumentou, devido a questão salarial, das condições de trabalho e devido a forma como a governadora e a secretaria de educação se dirige aos professores. Vamos esperar a próxima greve, sim a de 2012.
O reflexo do descaso não se reflete apenas no pior índice da educação brasileira, pois este é só a ponta do iceberg, mas e jovens sem emprego ou com subempregos de baixa remuneração, professores que adoecem com mais frequencia, menos jovens hoje querem ser professor, adivinha o motivo? Nas universidades particulares, estaduais e federais, um grande número dos estudantes dos cursos de licenciatura não querem e não vão ser professores devido ao salário miserável e a humilhação imposta pelos governos.
E cada vez mais, o número de professores diminui, o número de professores super explorados em suas jornadas de trabalho e insatisfeitos faz aumentar o índice de professores que largam a sala de aula e mudam de profissão.
Com esse tipo de governadores e esse tipo de "justiça" e "promotores" qual o futuro da educação?
Vocês acreditam que eles estão preocupados com a educação da jovem filho das classe trabalhadora?
E as salas de aulas com vazamentos de água? E as que estão dando choque? E as caixas de água que estão com problemas? E os alunos que estão sem aulas desde o ano passado devido a não contratação de professores? Cadê a dita "justiça"? Cadê as "promotorias"? Qual o motivo do governo não ter que pagar multas por isso? E os professores que trabalharam em horas suplementares e não receberam?
A "justiça" é cega...
Enquanto a "justiça" e as "promotorias" forem cegas, e não perceberem que os professores são tão vítimas quantos os alunos, todo ano ocorrerá greve, a insatisfação entre os professores aumentou, devido a questão salarial, das condições de trabalho e devido a forma como a governadora e a secretaria de educação se dirige aos professores. Vamos esperar a próxima greve, sim a de 2012.
O reflexo do descaso não se reflete apenas no pior índice da educação brasileira, pois este é só a ponta do iceberg, mas e jovens sem emprego ou com subempregos de baixa remuneração, professores que adoecem com mais frequencia, menos jovens hoje querem ser professor, adivinha o motivo? Nas universidades particulares, estaduais e federais, um grande número dos estudantes dos cursos de licenciatura não querem e não vão ser professores devido ao salário miserável e a humilhação imposta pelos governos.
E cada vez mais, o número de professores diminui, o número de professores super explorados em suas jornadas de trabalho e insatisfeitos faz aumentar o índice de professores que largam a sala de aula e mudam de profissão.
Com esse tipo de governadores e esse tipo de "justiça" e "promotores" qual o futuro da educação?
Vocês acreditam que eles estão preocupados com a educação da jovem filho das classe trabalhadora?
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Cidade dos buracos...
Manifestantes colocam boneco em buraco da avenida Deodoro
O "Boneco Cidadão" está sinalizando um buraco na avenida Deodoro da Fonseca, próximo ao viaduto do Baldo, desde as 8h desta manhã. O boneco foi criado com o intuito de apontar buracos pela cidade, para chamar a atenção do poder público.
Débora Ramos
Manifestantes colocam boneco em buraco da avenida Deodoro
Funcionários da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana estiveram no local e ameaçaram retirar o boneco, mas os organizadores do manifesto não permitiram a ação. O motorista de transporte alternativo Nilklei Leite, um dos idealizadores da manifestação, conta que a iniciativa surgiu após ele e vários companheiros de trabalho estourarem os pneus de seus veículos em buracos das ruas de Natal.adriano abreu
O boneco foi criado com o intuito de apontar buracos pela cidade, para chamar a atenção do poder público
"Nossa cidade está um caos. Os motoristas pagam impostos, mas não recebem o retorno, pois as vias estão mal conservadas", disse Nilklei. Ele conta ainda que a estrutura percorre vários pontos da capital, e que em muitos deles o asfalto foi recapeado após a manifestação.Fonte: Tribuna do Norte
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